E agora, para onde ir?

Costumos fazer um processo “recursivo”, primeiro escolho, pela época do ano o que gostaria de visitar, praias no verão, neve no inverno, passeios em cidades e estradas naprimavera ou outono, etc.

Dou uma primeira pesquisada nos locais desejados e começo a medir as distâncias de deslocamento.

Por exemplo, acabo de chegar de uma viagem pelo interior da França. Primavera e interior da França me pareciam compatíveis (e realmente são). Uma vez decidido o país pesquisei algumas regiões que gostaria de visitar. Numa primeira ideia queria descer pela Álsacia e visitar os Alpes. Como gosto muito de vinho não poderia deixar de visitar a região de Côtes du Rhone (meu preferido). Quando joguei do Google para calcular os tempos de deslocamento,  vi que Avignon era perto. A vontade de visitar a terra do Chateauneuf du Pape foi irresistível, mas quando vi a distância que teria que percorrer de volta a Paris em um tempo restrito (definido pelo meu período de férias) precisei fazer ajustes.

Precisava cortar algo. Entre Avignon, que nunca tinha visitado, e Alpes, que já estive há 10 anos e é melhor de visitar no inverno por causa da neve, Avignon ganhou.

Ainda precisei fazer alguns ajustes para garantir que não passaria mais de 3 horas no carro. Nossa idéia era acordar cedo, viajar pela manhã e chegar na hora do almoço, tendo a tarde e a noite para visitar a cidade antes de partir para a próxima etapa.

Com isso acabei fazendo umas trocas um pouco esquisitas como Obernai, uma linda cidade na Alsácia, por Metz, capital da Lorena.

 

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