Como se locomover?

Uma grande pergunta quando se viaja para a Europa é como é melhor me locomover, de carro ou trem?

Para grandes distâncias temos sempre opções com características muito distintas: eu diria que se você não se incomoda de ficar arrastando sua mala e ter horários fixos de partida, o trem pode ser uma excelente opção, principalmente quando existe a opção pelo TGV, pois o tempo de viagem ficará bastante reduzido, meio que se assemelha a avião, mas com vista.

Nessa minha última viagem optamos pelo carro, o que foi essencial para o seu sucesso: como era uma viagem exploratória, fizemos algumas alterações no planejado ao longo do percurso, mantendo apenas as dormidas nas cidades pre-determinadas (até porque já tínhamos reservas nos hotéis). Essas mudanças de planos, que incluíam não só atrasos pois gostamos mais de algo do que o planejado, quanto desvios para pontos fora do percurso, seja por indicação ou por: “O que é aquilo no alto do morro? Vamos ver se conseguimos chegar lá?”.

Outra vantagem que tivemos foi poder usar o carro como guarda volumes. Viajávamos com 2 malas, colocamos o necessário para alguns dias na mala pequena e era a que subia para o quarto. A outra, bem como as compras que fomos fazendo (por exemplo, as caixas de vinho) ficavam dentro do porta-malas. Só subimos com a mala grande 2 vezes para trocar as roupas sujas por limpas. Lembre que boa parte dos pequenos hotéis nas áreas antigas das cidaddes medievais ficam em prédios muito velhos, ou seja, boa parte não tem elevador.

Uma preocupação inicial minha foi aonde largar um carro numa cidade medieval. Através dos contatos com os hotéis essa minha dúvida foi sendo reduzida, pois eles sempre tinham uma solução. E boa parte dos estacionamentos eram tão próximos que nem pude acreditar.

Indubitavelmente dentro das cidades o melhor mesmo é usar o transporte público e andar a pé. Se tem pressa pegue o metrô, que não proporciona belas vistas, mas te leva rapidinho de um ponto a outro. Para ver a cidade muitas oferecem Hop-on Hop-off, mas confesso que já experimentei e não gostei. A frequência não era adequada (perdíamos muito tempo esperando o ônibus), e as descrições estavam meio dessincronizadas com o percurso. Por outro lado, nada como caminhar, mapa na mão ou na cabeça, guias de percursos e de pontos de interesse, para mim são o que há de melhor. Não esqueça um tênis confortável, de preferência com bom amortecimento, uma mochila leve para levar o Kit de Sobrevivência do Turista (máquina fotográfica, bateria extra, gruarda-chuva, uma garrafinha se água, remedinhos para uma eventual dor de cabeça ou indisposição, carteira e mapas e guias.

Ainda não tive a oportunidade de experimentar o aluguel de bicicletas ou passeios de Segway, mas quem sabe um dia anis escrevo sobre eles aqui?

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