Reims, terra da champagne

Como já falei, chegamos em Reims bastante atrasados. Mas como estávamos livres, não há nada que não possamos adaptar.

A primeira preocupação logo se dissipou: aonde parar o carro? O hotel havia informado que o estacionamento da praça era perto e tinha convênio, mas como acessá-lo? Como toda visita exploratória, vamos primeiro procurar o hotel para nos localizar. Endereço no GPS, e pronto, a entrada do estacionamento era na porta do hotel. Só tivemos alguma dificuldade pois estava razoavelmente cheio, ficamos subido e descendo procurando uma vaga. A segunda dificuldade foi sair do estacionamento com as malas pois o elevador só passava cheio. Entrei sozinha, subi, marquei para descer, o marido embarcou com as malas, fomos até o fundo e saímos na volta (o estacionamento é subterrâneo).

O hotel não tinha nada de mais, mas também não tinha nada de menos, bastante razoável para o preço que pagamos. Estava um pouco receosa quanto a barulho, pois havia várias reclamações a esse respeito no TripAdvisor. In locco reparei que realmente o hotel tem isolamento acústico, para os barulhos do exterior, mas por ser um prédio com banheiros adaptados dentro dos apartamentos, os barulhos dos encanamentos faziam um espetáculo a parte. Não posso dizer que me atrapalhou, mas eram perfeitamente notáveis.

Como chegamos tarde, não deu pra visitar muita coisa: passeamos pela cidade, visitamos a catedral (as visitas à torre já estavam encerradas) e exploramos a região.

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Quando fizemos o check in pedimos para agendar uma visita à Moët & Chandon no dia seguinte pela manhã, mas só confirmaram para a tarde. Ganhamos então a manhã para conhecer um pouco mais da cidade.

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Visitamos o que dava, pois além de fechar cedo as coisas abrem tarde. Mas pelo menos o Palais du Tau conseguimos visitar por dentro (muita coisa fechada só foi vista por fora). É um museu bastante interessante, com muito para ver. O que mais me impressionou de seu acervo foram as gárgulas cheias de chumbo.

A igreja foi destruída na guerra, bombardeada por obuses, que iniciaram um grande incêndio. Os vitrôs são compostos de fragmentos de vidro unidos por chumbo, e o chumbo tem ponto de fusão baixo. Com o fogo, o chumbo derreteu  e escorreu pelas gárgulas, solidificando conforme esfriava e criando peças incríveis:

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Não chegamos a subir na torre, pois o joelho do meu marido não tava 100% e é melhor não estragar nada mo primeiro dia de viagem.

 

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